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Saúde

Seis cuidados que devem ser tomados durante viagens longas



No período de férias aumentam os casos de trombose venosa, já que é nesta época do ano que ocorrem as viagens mais longas, seja de carro ou de avião. Para não atrapalhar o passeio e evitar dores de "cabeça" é indicado tomar alguns cuidados para e prevenir o problema. 

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A trombose venosa profunda (TVP), conhecida por trombose, é um problema causado pela formação de coágulos no interior das veias. Pode ocorrer durante ou após viagens, e está relacionada com a imobilidade prolongada e com fatores de risco do próprio viajante. "O desprendimento destes coágulos pode resultar em embolia pulmonar, condição potencialmente fatal e que deve ser tratada o mais imediatamente possível", explica Jorge Timi, cirurgião vascular e chefe do serviço de Cirurgia Vascular e Endovascular do Hospital VITA. 

De acordo com o especialista, cada caso deve ser tratado de forma individualizada. O médico explica que pessoas com idade acima dos 50 anos que vão fazer viagens com mais de seis horas de duração devem procurar um médico para uma avaliação. Existem métodos profiláticos de trombose venosa para o risco desta situação, mas o tratamento preventivo deve levar em consideração caso a caso, já que cada pessoa deve ser tratada de forma individualizada. Além disso, para pessoas que têm doenças crônicas ou histórico de trombose na família essa avaliação já deve ser feita mesmo antes dos 50 anos. 

Dicas para evitar trombose nas viagens: 

1 - Enquanto aguarda o embarque caminhe; 
2 - Mantenha-se hidratado; 
3 - Evite uma alimentação pesada antes da viagem; 
4 - Não consuma bebida alcóolica, pois desidrata; 
5 - Use roupas confortáveis, que não apertem; 
6 - Evite ficar sem movimentar as pernas por um período muito longo. 

Sintomas 

Os principais sinais e sintomas da TVP são dor na perna acompanhada de edema (inchaço), vermelhidão e calor local. 

Diagnóstico 

Para identificar os sintomas da TVP, além da avaliação clínica do paciente, o médico faz uma ultrassonografia chamada Ecodoppler colorido venosos das pernas, para complementar o diagnóstico. Feito o diagnóstico, o paciente será tratado da trombose, que também é prevenção da embolia pulmonar.
fonte: www.bonde.com.br



Manter a saúde mental é manter o organismo livre de Doenças
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Atualmente, uma das doenças neurodegenerativas mais comuns entre a população idosa é o mal de Alzheimer.

Para o geriatra e fundador da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), Norton Sayeg, nem todo declínio é sinal da doença. Por isso, o diagnóstico correto é o primeiro e mais importante passo para o tratamento.


“Manter a saúde mental é manter o organismo livre de doenças, pois muitas delas alteram o desempenho intelectual do paciente, como a depressão, por exemplo. Um dos sintomas da depressão é a perda de memória, o que muitos acabam confundindo com o Alzheimer. Além disso, medicamentos calmantes conhecidos como hipnóticos, afetam diretamente a memória. Remédios para a pressão mal controlados e anemias também pode acarretar em perdas cognitivas. Ao diagnosticar o Alzheimer é preciso excluir uma série de possibilidades para se chegar numa resposta correta”, explica o geriatra Charles Andre.


Diante das controvésias, há pelo menos um consenso animador. É possível, sim, retardar os danos e manter a saúde mental. E a garantia é o cuidado que cada um terá ao longo da vida tanto com o corpo quanto em exercitar a mente.

“Qualquer coisa que seja interessante e prazeroso é sempre muito bom, principalmente para o cérebro. Se você gosta de idiomas, aprenda todas as línguas. Isso representará uma sanidade que você pode ir mantendo. Atividades sociais também são importantes, pois envolvem desafios cognitivos, como por exemplo, escolher uma roupa para se apresentar para o grupo, conversar sobre diversos temas com os amigos. Além disso, atividades físicas, em especial, as que ocorrem em grupo, fazem muito bem à mente”.





 Dez perguntas que pode detectar, em cerca de cinco minutos, os primeiros sinais do Mal de Alzheimer.




saúde





Um neurologista dos Estados Unidos desenvolveu um teste de apenas dez perguntas que pode detectar, em cerca de cinco minutos, os primeiros sinais do Mal de Alzheimer.

Segundo o pesquisador, o teste não é um diagnóstico de Alzheimer ou outras formas de demência, mas pode "identificar cedo mudanças cognitivas associadas a demências comuns como Alzheimer (...) ou outros problemas como depressão, traumas cerebrais e disfunções causadas por medicamentos".

O estudo do médico foi publicado na Alzheimer's and Dementia, revista da Associação de Alzheimer dos EUA.

O teste foi distribuído a clínicas nos EUA e está disponível no final deste texto.

A combinação de provas cognitivas mais usada atualmente para diagnosticar a demência - conhecida como "regra de ouro", ou "gold standard" - pode levar cerca de duas horas se for realizada por um médico experiente. O novo teste pode ser conduzido por não especialistas como parentes e cuidadores.

James E. Galvin, ex-professor da Universidade de Nova York, é atualmente pesquisador do Colégio de Medicina da Universidade Florida Atlantic, em Boca Ratón.

Galvin e sua equipe usaram seu teste, chamado "Sistema Rápido de Avaliação da Demência" (QDRS, na sigla em inglês), em cerca de 300 pacientes, que também foram avaliados pelo método tradicional.

"Análises estatísticas rigorosas demonstram a validade do QDRS não apenas para distinguir indivíduos com ou sem demência, mas para determinar em que fase da doença eles estão", disse Galvin à BBC Mundo, site da BBC em espanhol.

Dez perguntas e suas limitações
A demência é um termo genérico que descreve uma perda progressiva de funções e capacidades cognitivas que interferem com a habilidade de uma pessoa em ser independente, explicou o cientista.

"O Alzheimer é a causa mais comum da demência, mas há mais de cem causas", disse. "Neste estudo também incluímos demências por outras causas, como a demência vascular, a degeneração lobar frontotemporal (doença degenerativa marcada por mudanças no comportamento e personalidade) e a demência com Corpos de Lewy (doença degenerativa que inclui sintomas do mal de Parkinson)."O questionário do médico inclui dez perguntas de múltipla escolha, com cinco opções de resposta cada, descrevendo sintomas que vão desde envelhecimento normal até demência severa (veja abaixo).

Cada pergunta cobre áreas diferentes - de memória a comunicação, orientação, higiene, atenção e concentração, entre outras.

A pontuação final vai de 0 a 30, e números mais elevados indicam um maior impedimento cognitivo.

A grande limitação é a confiabilidade de quem preenche o questionário, de ser alguém que não prestou atenção aos detalhes, ou não conhece bem o paciente, nega-se a aceitar a presença da doença ou tem algum interesse pessoal de que o paciente seja declarado incapaz", explicou Galvin à BBC.

Já a vantagem do novo teste, acrescentou, é sua rapidez.

"Ele permite detectar a doença em suas primeiras etapas, quando é mais provável que as intervenções sejam mais eficientes."

Ele advertiu que uma pontuação alta no teste deve ser seguida por uma visita a um especialista.

"Mas em lugares onde há poucos especialistas, o teste pode ajudar o paciente a ter acesso rápido a diferentes serviços ou determinar, de forma sucinta, como o paciente está respondendo à terapia, se a doença está progredindo ou não", prosseguiu Galvin.

Brasil
A América Latina é uma das regiões que serão mais impactadas pelo aumento dos casos de demência, segundo o relatório Demência na América, publicado em 2013 pela ONG Alzheimer's International.

A publicação diz que o número de pessoas com a doença "subirá na América Latina dos 7,8 milhões atuais para mais de 27 milhões em 2050".

No Brasil, estima-se que haja 1,2 milhão de pessoas com Alzheimer -- menos da metade delas diagnosticada --, diz à BBC Brasil o neurologista Rodrigo Schultz, coordenador do ambulatório de demência grave da Unifesp e diretor científico da Associação Brasileira de Alzheimer.

Ele diz que, embora o novo teste americano não possa ser considerado um diagnóstico preciso -- que requer uma análise mais detalhada de por que o paciente pode estar tendo perda de memória --, trata-se de uma ferramenta importante para alcançar um público mais amplo.

"Pode ser um grande benefício em um país em que muitos não tenham acesso a neurologistas. Um médico de família pode fazer as perguntas (do teste) e, dependendo das respostas, encaminhar o paciente para um serviço de referência."

Perguntas e pontuações do sistema rápido de avaliação da demência
O teste avalia mudanças nas habilidades cognitivas e funcionais do paciente. Você deve comparar o paciente agora com como ele costumava ser -- a questão central é a mudança. Em cada categoria, escolha a frase que melhor descreve o paciente e anote quantos pontos ela vale. Some os pontos de cada questão e veja, ao final do teste, o que essa pontuação significa.

Nem todas as características precisam estar presentes para que a resposta seja escolhida.

MEMÓRIA

0 ponto - Não há perda de memória óbvia. Esquecimentos irregulares que não interferem com as atividades diárias

0,5 ponto - Esquecimento leve e regular ou parcial de eventos, que pode interferir com atividades diárias; repete perguntas e frases, coloca objetos em lugares incomuns; esquece compromissos

1 ponto - Perda de memória leve a moderada, mais perceptível quando se trata de eventos recentes; interfere com as atividades diárias

2 pontos - Perda de memória moderada a severa; novas informações são rapidamente esquecidas; só lembra de informações aprendidas com muito esforço

3 pontos - Perda de memória severa; quase impossível recordar novas informações; memória de longo prazo pode estar afetada

ORIENTAÇÃO

0 - Plenamente orientado quanto a pessoas, espaço e tempo praticamente sempre

0,5 - Leve dificuldade em manter controle do tempo; pode esquecer datas com mais frequência do que no passado

1 - Dificuldade leve a moderada em acompanhar o tempo e sequências de eventos; esquece o mês do ano; orientado em locais familiares, mas fica confuso fora de espaços conhecidos; perde-se e fica vagando

2 - Dificuldade moderada a severa; geralmente desorientado quanto a tempo e espaço (familiar ou não); frequentemente tem dificuldade em lembrar do passado

3 - Orientado apenas quanto ao próprio nome, ainda que possa reconhecer parentes

TOMADA DE DECISÕES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

0 - Resolve problemas cotidianos sem dificuldades; lida bem com questões pessoais e financeiras; habilidades de tomada de decisões consistentes com seu histórico

0,5 - Leve debilidade (ou maior demora) na resolução de problemas; dificuldade com conceitos abstratos; decisões ainda coerentes

1 - Dificuldades moderadas em lidar com problemas e tomar decisões; delega muitas decisões a terceiros; percepção e comportamento sociais podem estar levemente comprometidos; perda de discernimento

2 - Gravemente debilitado em lidar com problemas, tomando apenas decisões pessoais simples; percepção e comportamento sociais frequentemente debilitados; sem discernimento

3 - Incapaz de tomar decisões ou resolver problemas; terceiros tomam quase todas as decisões para ele ou ela

ATIVIDADES FORA DE CASA

0 - Leva adiante sua profissão de forma independente, realiza compras, atividades comunitárias e religiosas, voluntárias e em grupos sociais

0,5 - Leve debilidade nessas atividades se comparado a desempenhos prévios; leve mudança nas habilidades como motorista; ainda capaz de lidar com situações de emergência

1 - Incapaz de funcionar de modo independente, mas ainda capaz de acompanhar compromissos sociais; parece "normal" a terceiros; mudanças perceptíveis nas habilidades como motorista; preocupações quanto à habilidade dela de lidar com situações de emergência

2 - Sem habilidade de praticar atividades fora de casa de forma independente; parece bem o suficiente para ser levado para atividades exteriores, mas geralmente precisa estar acompanhado

3 - Incapaz de praticar atividades de forma independente; parece muito doente para ser levado a atividades fora de casa

HABILIDADES EM CASA E HOBBIES

0 - Atividades em casa, hobbies e interesses pessoais mantidos em relação ao comportamento prévio

0,5 - Leve debilidade ou perda de interesse nessas atividades; dificuldade em operar equipamentos (sobretudo os mais novos)

1 - Debilidade leve porém definitiva em casa e em hobbies; abandonou tarefas de maior dificuldade, bem como hobbies e interesses mais complexos

2 - Preservadas apenas as atividades diárias mais simples; interesse muito restrito em hobbies, cumprido com pouco rigor

3 - Sem habilidade significativa em tarefas domésticas ou em hobbies prévios

HÁBITOS DE HIGIENE PESSOAL

0 - Totalmente capaz de se cuidar, vestir, lavar, tomar banho, usar o banheiro

0,5 - Mudanças leves nas habilidades com essas atividades

1 - Precisa ser lembrado de ir ao banheiro, mas consegue fazê-lo de forma independente

2 - Precisa de ajuda para se vestir e limpar; ocasionalmente incontinente

3 - Requer considerável ajuda com a higiene e cuidado pessoal; incontinência frequente

MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO E PERSONALIDADE

0 - Comportamento social apropriado, nas esferas pública e privada; nenhuma mudança na personalidade

0,5 - Mudanças questionáveis ou muito leves em comportamento, personalidade, controle emocional, pertinência das escolhas

1 - Mudanças leves em comportamento ou personalidade

2 - Mudanças moderadas em comportamento ou personalidade, afetando a interação com as pessoas; pode ser evitado por amigos, vizinhos ou parentes distantes

3 - Severas mudanças de comportamento ou personalidade, tornando inviáveis ou desagradáveis as interações com terceiros

HABILIDADES DE LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO

0 - Nenhuma dificuldade de linguagem ou esquecimento de palavras; lê e escreve tão bem quanto no passado

0,5 - Dificuldade leve porém mostra consistência em encontrar as palavras ou termos descritivos; pode levar mais tempo para completar raciocínio; leves problemas de compreensão; conversação debilitada; pode haver efeitos sobre leitura e escrita

1 - Dificuldade moderada em encontrar as palavras certas; incapaz de nomear objetos; notável redução em vocabulário; compreensão, conversação, leitura e escrita reduzidas

2 - Debilidades moderadas ou severas na fala ou na compreensão; dificuldade em comunicar pensamentos aos demais; habilidade limitada em leitura e escrita

3 - Deficits severos em linguagem e comunicação; pouca ou nenhuma fala compreensível

HUMOR

0 - Nenhuma mudança de humor, interesse ou motivação

0,5 - Ocasionais momentos de tristeza, depressão, ansiedade, nervosismo ou perda de interesse/motivação

1 - Questões moderadas porém diárias com tristeza, depressão, ansiedade, nervosismo ou perda de interesse/motivação

2 - Questões moderadas com tristeza, depressão, ansiedade, nervosismo ou perda de interesse/motivação

3- Questões severas com tristeza, depressão, ansiedade, nervosismo ou perda de interesse/motivação

ATENÇÃO E CONCENTRAÇÃO

0 - Atenção normal, concentração e interação com o meio que o rodeia

0,5 - Problemas leves de atenção, concentração ou interação com o ambiente; pode parecer sonolento durante o dia

1 - Problemas moderados de atenção e concentração; pode ficar olhando fixamente para um ponto no espaço ou de olhos fechados durante alguns períodos; crescente sonolência durante o dia

2 - Passa parte considerável do dia dormindo; não presta atenção ao seu redor; quando conversa diz coisas sem lógica ou que não têm relação ao tema

3 - Habilidade limitada ou inexistente para prestar atenção ao ambiente externo.

PONTUAÇÃO: O teste não equivale a um diagnóstico médico. A pontuação final vai de zero a 30, e pontuações mais altas sugerem maior perda cognitiva. Os padrões de avaliação, a partir da aplicação do teste em 267 pacientes, indicam que:

Normal: 0-1 pontos

Leve debilidade cognitiva: 2 a 5 pontos

Demência leve: 6 a 12 pontos

Demência moderada: 13 a 20 pontos

Demência severa: 20 a 30 pontos

Pontuações altas indicam que o paciente deve passar por uma avaliação médica para um diagnóstico formal. Pontuações "normais" sugerem que é improvável que o paciente sofra de demência, mas é possível também que a doença esteja em estágios muito iniciais. Caso haja suspeitas de demência por outros motivos, é bom buscar ajuda profissional.

(O teste é de autoria de James E Galvin e New York University Langone Medical Center)


fonte: http://noticias.uol.com.br

saúde - variedades


É possível tornar a mente mais ágil e forte à medida que o cérebro envelhece? O consenso existe: é possível manter a saúde mental por um longo tempo.


Nota: Segundo a Alzheimer’s Drug Discovery Foundation (ADDF), entidade pública de pesquisa sobre a doença, 18 milhões de casos têm sido relatados em todo o mundo hoje. Em 2025, o número de casos deverá quase dobrar, chegando a 34 milhões. 

-Dr. Elkhonon Goldberg, autor do livro O Paradoxo da Sabedoria e professor de Neurologia da Faculdade de Medicina de Nova Iorque
- Charles Andre - neurolologista do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia .

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.
Fonte: 
http://longevidade-silvia.blogspot.com.br/









Os analgésicos prescritos, são armas poderosas!!


saúde


Os analgésicos prescritos são drogas poderosas que interferem com a transmissão de sinais eléctricos do sistema nervoso que percebemos como dor. A maioria dos analgésicos também estimulam partes do cérebro associadas ao prazer. Por isso, além de bloquearem a dor, produzem uma “noia”.

A prescrição de analgésicos mais poderosos são chamados ópioides, que são como ópio
1.composto. Eles são criados para reagir no sistema nervoso da mesma forma que as drogas que derivam da papoila do ópio, como por exemplo a heroína. Os analgésicos de opiáceos geralmente mais abusados incluem Oxicodona, hydrocodona, meperidina, hidromorfina e propoxyfene.

A Oxicodona tem o grande potencial para ter um uso abusivo e o maior perigo. É tão poderoso como heroína e afecta o sistema nervoso da mesma forma. A Oxicodeína é vendida com vários nomes de marca: Percodan, Endodan, Roxiphin, Percocet, Endocet, Roxlcet e Oxycontin. Vem em forma de comprimidos.

A hidrocodeina é usada em combinação com outros químicos e está disponível em medicamentos prescritos para a dor em comprimidos, cápsulas ou xaropes. Os nomes de marca são Anexsia, Dicodil, Hycoda, Hycomine, Lorcet, Lortab, Norco, Tusslonex e Vicodin. As vendas e produção destas drogas têm aumentado significativamente nos anos recentes, como se conclui.

A meperidina (nome de marca: Demerol) e hidromorfina (Dilaudid) vem em comprimidos e propoxifeno (Darvon) em cápsulas, mas todos os três têm sido conhecidos por serem esmagados e injectados, inalados ou fumados. Darvon, banido do Reino Unido desde 2005, está entre as dez principais drogas relatadas em mortes por abuso de drogas nos EUA Dilaudid, considerado oito vezes mais potente que a morfina, é geralmente chamado nas ruas de “heroína de farmácia”.

“Quando tinha 20 anos, tornei–me viciado em narcóticos, 2 que começou com uma receita depois de uma cirurgia. Nas semanas seguintes (à operação) além de abusar do comprimido oralmente, o triturá–lo permitiu–me destruir o mecanismo de liberação controlada e engolir ou inalar a droga. Pode também ser injectado para produzir uma sensação idêntica à heroína injectável. A abstinência física da droga é simplesmente a dor da agonia.” — James

1. ópio: um extracto da papoila marrom e borrachudo.
2. narcótico: uma droga que afecta o sistema nervoso central (cérebro e medula óssea), que pode causar tontura, falta de coordenação e inconsciência.
NOMES DE RUA
ANALGÉSICOS:
Nome genérico:
Oxicodona
Propoxifeno
Hidromorfina
Meperidina
Hidrocodeína Nome Comercial
OxyContin
Percodan


fonte: http://br.drugfreeworld.org








Excesso de álcool na meia-idade aumenta risco de derrame 

De acordo com estudo, consumo da bebida entre os 40 e os 60 anos oferece mais risco de AVC do que fatores como hipertensão e diabetes

saúde


Beber mais de duas doses de álcool por dia na meia-idade, entre os 40 e os 60 anos, aumenta a probabilidade de sofrer um derrame mais do que fatores de risco tradicionais, como hipertensão e diabetes. A conclusão é de um estudo publicado na quinta-feira no periódico Stroke, da Associação Americana do Coração.

Pesquisadores analisaram dados de 11.644 gêmeos suecos, acompanhados por 43 anos. Eles compararam o impacto do álcool entre pessoas que bebiam pouco (menos de metade de uma dose por dia) a muito (mais de duas doses diárias).

Quase 30% dos participantes tiveram derrame. Entre gêmeos idênticos, aqueles que sofreram um AVC bebiam mais do que seus irmãos que não sofreram, sugerindo que o derrame não estava condicionado à genética e ao estilo de vida na infância e adolescência.

Os autores descobriram que os indivíduos que bebiam muito tinham 34% mais risco de sofrer um derrame do que aqueles que bebiam pouco. Para homens na meia-idade, o alto cbetes e a pressão alta passaram a ser os maiores vilões do derrame.onsumo de álcool também se mostrou um maior fator de risco para AVC do que hipertensão e diabetes. Por volta dos 75 anos, porém, a tendência se inverteu: o diabetes e a pressão alta passaram a ser os maiores vilões do derrame.

fonte:Revista Veja.abril


9 passos para fortalecer seu sistema imunológico

Mudar os hábitos de alimentação, praticar exercícios e algumas outras dicas práticas ajudam a evitar que sua imunidade vá lá embaixo e você fique doente


saude

Sabia que é possível ter uma saúde de ferro o ano todo? E que bastam medidas simples para que isso se torne uma realidade? A seguir, aprenda a identificar se seu sistema imunológico – o responsável por defendê-la do ataque de vírus e bactérias e de prevenir infecções – está enfraquecido e saiba como reforçá-lo.

Sinais de que suas defesas estão em baixa


saúde

Gripes e resfriados repetidos e que demoram a passar
Normalmente, um adulto pega de uma a três gripes ao ano e elas duram três ou quatro dias. Se você fica doente mais vezes, melhor ficar atenta!


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Candidíase que não cura de jeito nenhum
O fungo que provoca essa infecção vaginal se aproveita para se manifestar quando a resistência está baixa.

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Muitas infecções urinárias ao ano
Você toma remédio, faz tudo o que o médico manda, mas o problema sempre volta? Pode ser sinal de baixa imunidade. Conheça melhor as causas dessa doença.


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Lesões na pele
Furúnculos, infecções bacterianas, como a ectima, e micoses difíceis de tratar também podem indicar fraquezas no sistema de defesa.


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Herpes frequente
Provocada por um vírus, não tem cura e está ligada ao sistema imunológico, ou seja, a doença volta a atacar sempre que as defesas do organismo sofrem algum baque. A região genital e a boca são as mais suscetíveis.

saúde

Cansaço, pele seca, queda de cabelo, unhas fracas
Todos esses são sintomas relacionados à desnutrição. A falta de nutrientes também leva a problemas com a imunidade.

Se você apresenta alguns dos sintomas acima, procure um médico e relate o que está sentindo. Ele provavelmente irá pedir um exame de sangue.



1. Coma direito

Prefira os alimentos naturais e, se puder, consuma orgânicos. As vitaminas A, B6, B12, C, D, E, ácido fólico, zinco, ferro, selênio e cobre não podem faltar.

2. Faça exercícios

O esporte contribui para o aumento do número de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do corpo.

3. Durma bem

A recomendação é de 8 horas por noite. Dormir pouco ou mal compromete o funcionamento das células de defesa.

4. Beba água

Pelo menos 2 litros por dia. Ela lubrifica as vias aéreas e o sistema gastrointestinal, evita infecções e alergias.

5. Reforce a higiene

Lavar as mãos antes das refeições e após ir ao banheiro, escovar os dentes três vezes ao dia e tomar banho regularmente evita o risco de infecções.

6. Tome sol (com moderação)

A vitamina D, importante na diminuição do risco de complicações cardíacas, câncer e artrite, só é absorvida pelo organismo quando estamos expostas ao sol. Descubra mais benefícios da vitamina para a sua saúde.

7. Tente relaxar

Durante uma crise de estresse, liberamos substâncias que fragilizam o corpo.

8. Tenha animais de estimação

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que o convívio com bichos traz muitos benefícios à saúde. Crianças têm menos risco de desenvolver alergias.

9. Pare de se automedicar

Principalmente com antibióticos! O uso indiscriminado aumenta a resistência de algumas bactérias.
fonte: MdeMulherAbril







9 piores dores, listadas pelos médicos

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Enxaqueca, dor de dente, pedras nos rins, esses problemas são conhecidos por causar grande sofrimento e dores quase insuportáveis. Mas você já parou para pensar quais são as piores dores físicas. Confira a lista, de acordo com uma pesquisa feita com médicos pelo site especializado “Prevention”:
Cefaleia em salvas

São crises de dor de cabeça forte que vêm agrupadas e são diárias durante um período que vai de dez dias a três meses. Em alguns casos, pessoas chegam a sofrer até 8 crises diárias.

Síndrome Dolorosa Complexa Regional

Trata-se de uma síndrome de dor em forma de queimação, que persiste após lesão nervosa traumática, associada a disfunção vasomotora e alterações tróficas tardias.


Cistite intersticial

saúde


É uma doença crônica que tem como característica principal dores na bexiga e na pelve. Pode variar de um desconforto até uma dor severa.

Neuralgia do Trigêmeo

O problema é caracterizado por uma dor muito forte que atinge um lado da face, dura segundos e depois desaparece. No entanto, ela geralmente volta com grande intensidade.


Neuralgia pós-herpética
saúdeO problema é mais comum entre idosos e caracterizada por dores persistentes que chegam a levar à depressão, alteração do humor e disfunção psíquica e física.
Câncer
saúde


Cânceres pancreáticos, tumores no cérebro e sarcomas são considerados os que mais acarretam dor e sofrimento aos pacientes.

Neuropatia periférica

saúde


Trata-se de uma condição que afeta os nervos periféricos e pode levar à morte. A doença pode ser causada por diabetes, alcoolismo, insuficiência renal crônica e vários outros fatores.

Lombalgia
saúde




Também conhecida como dor lombar crônica, não chega a ser uma doença, mas uma condição que, na maioria dos casos, é causada por problemas de postura.

Pedra nos rins

saúde

Também conhecida como cálculo renal, o problema pode provocar dor muito forte que começa nas costas e segue para o abdômen se manifestando em cólicas, ou seja, picos intensos de dor seguidos de alívio. 

fonte: Bolsa de Mulher - saúde




Saiba quando você deve ligar a sirene.




Soluço, barulho na barriga... são ruídos que podem soar inofensivos. Mas nem sempre! Muitas vezes eles sinalizam que há algo errado no organismo. Saiba quando você deve ligar a sirene.


1. Ronco ao dormir

O que é? 
Vibração do tecido mole da garganta quando há a passagem do ar. Quanto mais acima do peso a pessoa estiver, mais tecido ela apresenta na região e maior a probabilidade de roncar. Apesar de o barulho ser comum em homens, mulheres com alterações hormonais, como na menopausa, também costumam roncar. A utilização de um dilatador intranasal pode reduzir o problema.

Quando checar? 
"Se o ronco durar a noite toda. Pode estar relacionado a obesidade, problemas respiratórios, refluxo gastroesofágico e apneia do sono, contribuindo para o risco de doenças do coração", diz Levon M. Neto, otorrinolaringologista de São Paulo.


2. Estalo no joelho ou tornozelo

O que é? 
Resultado de uma diferença de pressão nas articulações. "Algumas articulações são envolvidas por uma membrana protetora parecida com um plástico duro. Ao serem forçadas, fazem um barulho para voltar ao normal", afirma o ortopedista Marco Antonio Ambrósio, do Hospital Samaritano, em São Paulo.

Quando checar?
Se no estalo você sentir dor ou inchaço, ouvir rangidos ou tiver a sensação de uma raspagem na região pode ser que a cartilagem articular (tecido que recobre a junção do osso e permite movimento sem restrição nem dor) esteja com algum problema. Ao menor sinal desses sintomas procure um especialista. O ideal é começar o tratamento imediatamente, pois a recuperação é lenta.


3. Zumbido no ouvido

O que é? 
O som baixo de uma campainha, que começa e termina subitamente, é proveniente da imaginação. "Chamado tinnitus, ele acontece quando o cérebro interpreta sinais elétricos de forma errada, como se fossem vibrações de som, e os traduz em um zumbido", explica Jamal Azzam, otorrinolaringologista, de São Paulo. Estima-se que 28 milhões de brasileiros sofram com o distúrbio.

Quando checar?
Zumbido contínuo ou apenas em um dos lados do ouvido pode sinalizar infecção. Observe também se você sente tontura, perda de audição, náusea, vômito, paralisia facial, otite (dor ou pus nos ouvidos), perda de consciência, confusão mental ou convulsão.


4. Ruído na barriga

O que é?
O seu intestino se contorcendo. "O sistema gastrointestinal faz uma série de contrações do esôfago até o reto para expulsar os resíduos de alimento do corpo. Algumas dessas contrações causam os chamados ruídos hidroaéreos, que podem ser ouvidos por causa da mistura de líquidos com ar - que ingerimos na mastigação", revela Jansen da Silva e Souza, especialista em endoscopia digestiva, de São Paulo.

Quando checar?
"Roncos abdominais são comuns e não devem preocupar. Porém, se vierem acompanhados de dor, distensão e ruídos diferentes dos habituais, procure um médico. Pode ser desde uma infecção intestinal, que gera distensão no órgão, até algum fator mecânico, como obstrução do intestino ou hérnias internas. Em casos extremos é necessário operar", explica Tiago Szegö, cirurgião do aparelho digestivo, do Instituto Paulista de Cirurgia Gastroenterológica e Obesidade, em São Paulo.


5. Soluço

O que é? 
Pode ser comparado a uma cãimbra involuntária do diafragma e que acontece mais comumente após as refeições - o estômago cheio comprime o diafragma, deixando-o desordenado. A saída é interromper o ciclo respiratório para acabar com os espasmos: beba goles d’água sem respirar, segure a respiração por alguns segundos...

Quando checar? 
Procure um médico se o soluço persistir por horas. "Geralmente, ele é decorrente da irritação do esôfago, que pode ser tratada com antiácidos", explica Sidney Klajner, cirurgião do aparelho gástrico, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.


6. Assobio suave pelo nariz

O que é? 
"A passagem do ar por algum espaço excessivamente estreito na fossa nasal", define Levon M. Neto. Normalmente, o assobio aparece quando se está deitada, pois o esforço respiratório é maior. Se for ocasional, trata-se provavelmente de congestão nasal. Assoar e fazer uma limpeza com soro fisiológico ajuda.

Quando checar? 
"Assobio constante (dia e noite) pode ser sintoma de rinite alérgica, desvio do septo nasal, pólipos nasais ou infecções locais com formação de crostas no nariz", alerta Levon. Se o chiado aparecer depois de uma pancada na face, pode estar relacionado a alguma fratura.


7. Estalo na mandíbula

O que é? 
Mastigou ou falou e ouviu um "crec"? Esse barulho é proveniente do desalinhamento da articulação temporomandibular (ATM), uma junta com cartilagem e tendões que une o osso da mandíbula ao crânio. "Ao ser pressionada, ela se desloca e começa a realizar um movimento anormal", explica Diego Rocha Vieira, cirurgião dentista do Paraná.

Quando checar? 
Se os estalos ocorrem sempre que abre ou fecha a boca. Os ruídos são os primeiros indícios de problema na articulação e, caso não seja tratado, outros sintomas podem aparecer, como deslocamento ou travamento da mandíbula, dores na cabeça e na nuca, cansaço ao mastigar e zumbido ou coceira no ouvido.

fonte: http://mdemulher.abril.com.br


Venha conhecer tudo sobre a Psoríase

Ela aparece na pele, mas também pode comprometer as articulações e o bem-estar emocional dos pacientes. Desvende essa doença que afeta entre 2 e 3% da população mundial.






1. O que é psoríase?

É uma doença inflamatória da pele, crônica e de origem autoimune. "Ela se caracteriza por uma proliferação exagerada das células cutâneas, promovida pelo sistema imunológico", explica o dermatologista Marcelo Arnone, responsável pela Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A enfermidade pode atingir pessoas de qualquer faixa etária (inclusive crianças), porém o mais frequente é que ela apareça na fase adulta, antes dos 30 e após os 50 anos de idade.


2. Existe só uma forma da doença?

Não. Há diversos tipos de psoríase, que podem aparecer em várias partes do corpo, como unhas, axilas e até articulações. "A mais comum é a chamada psoríase vulgar ou em placas, que aparece em cerca de 70% dos casos", diz a reumatologista Sueli Carneiro, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Essa versão da doença é marcada por placas secas, avermelhadas e com escamas, que costumam aparecer no joelho, no cotovelo e no couro cabeludo.


3. Quais são as causas?

Ainda não se sabe totalmente o que acontece no organismo para que a psoríase se desenvolva. Mas os especialistas já conseguem apontar fatores que aumentam a predisposição de um indivíduo à doença. Entre eles estão histórico familiar, estresse, medicamentos como anti-inflamatórios e anti-hipertensivos, traumas físicos, infecções em geral, tabagismo e alcoolismo.


4. De que maneira ela se manifesta?

Os sintomas da psoríase podem variar de pessoa para pessoa e dependem do tipo da doença. Os mais comuns, porém, são manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas; pele ressecada e rachada, às vezes com sangramento; coceira, queimação e dor; alterações nas unhas, como espessamento e descolamento; e inchaço e rigidez nas articulações.


5. Há tratamento?

Sim. Apesar de a psoríase não ter cura, é possível controlá-la. Para as formas leves da doença é indicado a terapia tópica, isto é, com cremes, pomadas e shampoos. "São medicamentos para tirar as cascas, devolver a rigidez da pele e tratar a inflamação", afirma Sueli. Em quadros mais graves, recorre-se a um tratamento que inclui fototerapia (na qual raios UVA e UVB são emitidos na pele) e remédios por via oral ou injetável que atuam sobre o sistema imunológico.



6. É possível prevenir a psoríase?
Infelizmente, não. Mas adotar hábitos saudáveis pode ser uma boa medida para eliminar fatores que aumentam a probabilidade de a doença aparecer. Desse modo, praticar atividade física, alimentar-se de forma equilibrada, ter momentos de lazer, não fumar e beber pouco são atitudes que afastam doenças cardiovasculares, obesidade, estresse e, por isso, contribuem para manter a psoríase bem longe.
fonte: Mdemulher


Cientistas desenvolvem exame de sangue para flagrar o câncer.

Novo exame delataria a presença de vários tipos de tumor com base em uma pequena amostra sanguínea.


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A promessa é fruto de pesquisas lideradas pela professora de ciências biomédicas Diana Anderson, da Universidade de Bradford, na Inglaterra. Ela coletou sangue de 208 pessoas (com e sem câncer) e submeteu seus glóbulos brancos a uma emissão de raios ultravioleta. A radiação fez com que as células dos voluntários com a doença se comportassem de maneira claramente diferente - no microscópio, elas formavam uma espécie de cauda de cometa. "Um caroço no seio pode ser um câncer, um cisto ou um duto bloqueado. Com o teste, uma resposta negativa já descartaria a hipótese do tumor", explica Diana. Por essa lógica, ele evitaria biópsias e outros exames invasivos desnecessários. "Os dados do estudo são consistentes, mas, como ele foi feito com pessoas saudáveis versus sujeitos com diagnóstico estabelecido, ainda será preciso validar o método em uma população que contemple os casos duvidosos", opina o oncologista Stephen Stefani, do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.
fonte: MdeMulher



QUATRO ATITUDES PARA PREVENIR O MAL DE ALZHEIMER

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Praticar atividade física, comer de forma equilibrada e manter a mente sempre funcionando são medidas capazes de afastar (ou pelo menos retardar) as chamadas demências, grupo de doenças que inclui o Alzheimer e o Parkinson.

Embora a ciência já soubesse disso, o Relatório Global de Alzheimer 2014, divulgado recentemente pela organização não governamental Alzheimer's Disease International, reforçou essa tese. Há, segundo o estudo, evidências científicas significativas de que baixa escolaridade, maus hábitos alimentares, hipertensão e cigarro são fatores associados ao desenvolvimento de doenças neurodegenerativas na terceira idade. Por isso, a entidade alerta para a urgência de combatê-los por meio da adoção de uma vida mais saudável e ativa desde cedo. Confira a seguir quatro atitudes importantes para ter uma velhice cheia de saúde:



1. Mantenha a cabeça em funcionamento

Estudar, ler, desenvolver novas habilidades e até conviver com diferentes tipos de pessoas são atividades que estimulam os neurônios a estabelecerem mais conexões entre si. E quanto maior for essa comunicação entre as células nervosas, melhor. Desse modo, o cérebro tem mais capacidade de contornar eventuais falhas e até retardar a manifestação de demências. Para ter ideia, a inatividade cognitiva aumenta em 19% o risco de ter Alzheimer, segundo o neurologista Paulo Bertolucci, da Universidade Federal de São Paulo..



2. Durma bem

Uma boa noite de sono é fundamental para manter a cabeça em ordem. Afinal, é nesse período que gravamos tudo o que aprendemos. O ideal é um repouso sem interrupções e relaxar antes de ir para a cama. "Evite trabalhar e ficar no computador", indica a bióloga Elke Bromberg, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. 



3. Pratique exercícios

Estudos apontam que a atividade física protege contra demências. Os mecanismos envolvidos nesse processo ainda não são totalmente conhecidos. "Sabe-se que a atividade física libera neurotrofinas, substâncias que ajudam na memória", diz Elke.


4. Tenha uma alimentação balanceada

Comer de forma equilibrada é muito importante para manter o corpo saudável - da cabeça aos pés. Um menu aclamado por afastar males cardiovasculares e também o Alzheimer é a dieta do Mediterrâneo, que inclui frutas, verduras, cereais, peixes, azeite e o consumo moderado de vinho. É que, além de priorizar alimentos saudáveis, ela é fonte de ômega-3. Estudos sugerem que essa gordura do bem - encontrada em peixes como salmão, atum e sardinha - reduziria o risco de declínio cognitivo. Outras substâncias que resguardam o cérebro são os antioxidantes, que combatem os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. Eles estão presentes principalmente em frutas, vegetais e oleaginosas.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br



Labirintite - Crises de Tontura


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A tontura é uma sensação muito comum para quem sofre de labirintite. Esse é um problema que afeta o labirinto, uma região que fica dentro do ouvido e é essencial ao equilíbrio do nosso corpo. 

O otorrinolaringologista Ricardo Testa, de São Paulo, explica que esse pequeno órgão pode entrar em colapso por diversos motivos. "Na maioria dos casos, a labirintite está relacionada a diabetes, problemas vasculares, disfunções hormonais e tumores", diz. A boa notícia é que, com o tratamento adequado, dá pra controlar a doença.

Aprenda a controlar a doença

1. Procure eliminar o cigarro, a cafeína e o álcool. 
2. Não fique muito tempo em jejum. Então, cuidado com as dietas radicais. Alimente-se a cada três horas. 
3. Aumente a ingestão de água: beba pelo menos seis copos por dia. 
4. Repouse, mas sem exageros. Caminhe meia hora por dia. 
5. Evite os sucos de fruta industrializados. 

Dúvidas sobre labirintite

Como é o tratamento da doença? 
Depende da causa. Nem todas as tonturas se originam de um distúrbio no labirinto. Às vezes, o problema está no cérebro, mas a maioria delas está realmente relacionada ao ouvido. Depois de diagnosticada, a doença pode ser tratada com medicamentos tomados via oral ou com exercícios feitos em casa, para reposicionar o labirinto. 

Quais as consequências da labirintite? 
No caso das crianças, a doença pode causar mau rendimento escolar. Nos idosos, uma consequência grave são as quedas. "Como eles têm uma estrutura física mais frágil, aumenta o risco de quebrar ossos", diz Testa. 

Em quais situações a labirintite piora? 
Sem receber tratamento adequado, a pessoa corre o risco de ficar incapacitada. A doença pode evoluir para um quadro mais grave, como a síndrome de Ménière, uma versão mais potente da labirintite. "Nesses casos, pode ser necessário fazer uma cirurgia", afirma o médico. 

O que fazer durante uma crise? 
Vá para um lugar ventilado e não se deite. Fique sentada, de olhos abertos, olhando para um ponto fixo na parede. Assim que a tontura melhorar, procure um médico. E lembre-se: labirintite não causa desmaios. 

Como socorrer alguém com labirintite? 
Coloque-o sentado e nunca dê estimulantes, como refrigerante e café, nem coloque sal debaixo da língua. Jamais dê qualquer medicamento, pois isso pode prejudicar o doente. Se a crise persistir, leve-o ao hospital. 
fonte: http://mdemulher.abril.com.br










Caminhada pode reduzir risco de Câncer de Mama



As mulheres que praticam pelo menos 30 minutos por dia de caminhada têm 10% menos de chance de desenvolver câncer de mama, revelou um estudo publicado no jornal da Associação Americana de Pesquisa do Câncer. Os cientistas monitoraram mulheres que já haviam passado pela menopausa.
— Nós descobrimos que a atividade física de lazer, mesmo de modesta intensidade, parecia ter um impacto rápido sobre o risco de câncer de mama. As mulheres devem ser encorajadas a continuar o exercício físico. E aquelas que não se exercitam deveriam iniciar, porque o seu risco de câncer de mama pode diminuir rapidamente — explica o pesquisador Agnes Fournier.
Fournier e colegas analisaram dados obtidos a partir de questionários preenchidos por quase 60 mil mulheres pós-menopáusicas. O tempo médio de acompanhamento foi de 8,5 anos — durante os quais 2 mil mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama invasivo.
Os efeitos de redução de risco de câncer de mama por causa da atividade física eram independentes do índice de massa corporal, ganho de peso, circunferência da cintura e do nível de atividade de cinco a nove anos antes.
fonte: Diário Catarinense - ClicRbs



Aspirina ajuda prevenir Câncer!




Um extenso estudo britânico indicou que o uso diário de aspirina ajuda a prevenir tipos comuns de câncer, como o colorretal e o de próstata, além de reduzir o risco de mortalidade dessas doenças.

Após revisarem cerca de 200 trabalhos sobre o assunto, os autores da pesquisa concluíram que, se os britânicos de 50 a 64 anos tomassem aspirina diariamente por uma década, seria possível evitar 130 000 mortes em vinte anos. Isso porque, segundo o estudo, os benefícios do medicamento permanecem mesmo após uma pessoa deixar de usá-lo. 
A aspirina parece inibir o acúmulo de plaquetas no sangue e, assim, é considerada uma forma de prevenir doenças cardiovasculares. Pesquisas recentes sugerem que o remédio também pode diminuir o risco de melanoma e o de câncer no ovário.

O novo estudo foi publicado na edição desta semana do periódico Annals of Oncology. Os resultados indicaram, por exemplo, que o uso diário de aspirina por dez anos pode diminuir a incidência e a mortalidade por câncer colorretal (em 35% e 40%, respectivamente); por câncer de estômago (em 30% e 35%); por câncer de esôfago (em 30% e 50%) e por câncer de próstata (em 10% e 15%). A pesquisa também reforçou que o uso constante da droga reduz o risco de infarto em até 18% e de mortes pelo problema em 5%.

Leia também:
Uma aspirina por dia diminui o risco de mortes por câncer
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Brasil terá 576 000 novos casos de câncer em 2014​

Para o coordenador do estudo, Jack Cuzick, chefe do Centro para Prevenção de Câncer da Universidade Queen Mary London, os benefícios da aspirina superam os potenciais prejuízos da droga. Seu trabalho indicou, por exemplo, que tomar aspirina diariamente durante dez anos aumenta em até 2,6% o risco de hemorragia no estômago entre pessoas acima de 60 anos.

Cuzick defende que todas as pessoas de 50 a 65 anos considerem fazer uso diário de 75 miligramas de aspirina. O pesquisador considera que, depois de deixar de fumar e de combater a obesidade, a droga é a forma mais eficaz de diminuir o risco de câncer. Autoridades de saúde, porém, recomendam os pacientes procurem seus médicos antes de começar a fazer uso diário do remédio.
fonte: Veja Abril


Alimentos e Hábitos que previnem a Gripe


Segundo dados do Ministério da Saúde, pelo menos 2 mil pessoas morrem ao ano em consequência da gripe sazonal, que é a gripe comum. Por isso é muito importante tomar certos cuidados, incluindo tomar a vacina e ficar atento em fortalecer nosso sistema imunológico. Conheça aqui alguns hábitos e alimentos que podem fortalecer sua imunidade e manter a gripe bem longe de você. 
Doses de vitamina A

Essa vitamina é formada a partir de substâncias conhecidas como carotenoides, cujas funções principais são: manutenção do equilíbrio da pele, nutrição do globo ocular e fortalecimento do sistema imunológico. Capriche no consumo desse grupo. 


"Os alimentos ricos nesse nutriente são os vegetais e frutas que apresentam cores vivas e fortes, tais como: abóbora, abacate, acelga, brócolis, alfafa, caju, cenoura, espinafre, escarola, mamão, manga e fígado", explica a nutricionista Elisa Goulart, do Laboratório Sabin.

Consuma mais flavonoides

Tratam-se de substâncias que possuem ação antioxidante e anti-inflamatória, auxiliando na recuperação dos pacientes em estados gripais. Eles são encontrados em alguns vegetais e frutas secas, no chá verde, no vinho tinto, sucos de uva e laranja, cebola, tomate e até no chocolate, preferencialmente no tipo amargo.

laranja Vitamina C - Foto Getty Images
Poderosa vitamina C

Os estudos mais recentes apontam que a Vitamina C não cura a gripe, mas é um santo remédio para prevenir e ainda ajuda a amenizar os sintomas clássicos. "Depois do vírus já instalado e em processo de replicação no organismo, a vitamina dificilmente auxiliará como elemento curativo", diz a nutricionista Elisa Goulart. A vitamina C também possui atividade antioxidante. Os alimentos mais ricos nesse nutriente são: Acerola, Caju, limão e laranja, nessa ordem.


Defenda-se com o zinco

nozesO principal papel do zinco no organismo é fortalecer o sistema imunológico. "O zinco é importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos", diz a nutricionista Natália Lauterbach, da rede Mundo Verde. Um estudo feito com mais de mil pessoas no Instituto de Pós-Graduação em Educação Médica e Pesquisa de Chandigarh, na Índia, afirma que a administração de zinco até um dia depois do início dos sintomas do resfriado acelera a recuperação dos pacientes, e que o mineral também é capaz de encobrir os vírus do resfriado e impedi-los de entrar no organismo por meio da mucosa do nariz. São fontes de Zinco: ostras, oleaginosas, como nozes e castanhas, semente de abóbora, todos os tipos de carne e alimentos integrais.

Evite o Jejum

jejumPassar muitas horas sem se alimentar é prejudicial ao organismo em qualquer situação, e não somente durante um episódio de gripe. "Isso porque o organismo passa a trabalhar em estado de alerta, priorizando a manutenção das funções vitais; e, com isso, o combate a infecção torna-se secundário e ineficiente", alerta a nutricionista do Laboratório Sabin.


Tome água
tome água

Uma boa hidratação pode prevenir a ocorrência de infecções. O otorrinolaringologista Fernando Pochini, do Hospital São Luis, explica que deve-se ingerir cerca de dois litros de água por dia para permitir uma boa hidratação das mucosas. "O uso de soro fisiológico insuflado ou inalado também melhora a drenagem da secreção, dos micro-organismos e das impurezas do nariz ao estômago", afirma.


Lave as mãos

lave as mãosNossas mãos estão sempre propensas a entrar em contato com o vírus da gripe e outros diversos agentes alergênicos. Por isso devemos sempre lavá-las antes de manusear alimentos, levá-las a boca ou aos olhos e sempre que chegar em casa ou no trabalho, depois de dirigir ou usar transporte público.





Fuja dos vícios

O infectologista Alexandre Naime explica que vícios como o cigarro e bebidas alcoólicas em excesso não só derrubam nossa imunidade, aumentando as chances de contrairmos doenças como a gripe, como também prejudica vários outros sistemas do nosso corpo.






Refeições equilibradas

refeições equilibradas

Uma alimentação fracionada, com 5 a 6 refeições ao dia e a presença de todos os grupos alimentares, não só protege o sistema imunológico contra gripes e outras infecções, como também auxilia na manutenção do peso ideal e na qualidade de vida em geral.


Respirar com o nariz

respirar com o narizPode parecer uma recomendação estranha, porém o médico Fernando Pochini afirma que muitas pessoas respiram pela boca, ficando mais expostas a doenças como a gripe. "O nariz apresenta uma capacidade maior de umidificar e aquecer o ar, permitindo que a temperatura e a umidade do ar nos pulmões sejam quase constantes, evitando um maior risco de infecções", diz o especialista.




Evite mudanças bruscas de temperatura
evite mudanças de temperatura

O frio pode desencadear uma resposta na mucosa, que por meio de estímulos nos receptores nervosos de temperatura ou pela liberação de substâncias alergênicas, como a histamina, poderia provocar espirros, hipersecreção mucosa e prurido nasal









Evite o excesso de bebidas e alimentos gelados

evite o excesso de bebidas e alimentos gelados

Aqui a lógica é a mesma das mudanças bruscas de temperatura. Quando ingerimos alguma bebida ou alimento muito gelado, nossa mucosa reage para manter a temperatura estável, podendo liberar alergênicas.





Evite aglomerações em ambientes ou salas fechadas

evite aglomerações em ambientes ou salas fechadas

Dessa forma você diminui as chances de inalar micro-organismos indesejados, principalmente se estiver com a imunidade baixa. "O contato com um número grande de micro-organismos exigirá uma resposta imunológica maior da mucosa para impedir que eles penetrem e sejam combatidos", explica Fernando Pochini.


fonte: http://www.minhavida.com.br




Barulhos demais podem causar doença cardíaca e ganho de peso




Na última semana, pesquisadores de diversas partes do mundo se reuniram para discutir poluição sonora no Japão, onde foram apresentadas diversas pesquisas.



Estamos cercados pelos sons de máquinas, do trânsito e tantos outros que fazem parte da vida moderna. Mas ouvir esses ruídos por muito tempo ou na hora errada pode causar danos silenciosos à saúde.

Estudos mostram que os problemas não são somente nos ouvidos, mas também nos vasos sanguíneos e coração. Na última semana, especialistas se reuniram no Japão para discutir a relação da poluição sonora com o ganho de peso. Pesquisadores da Universidade de Karolinska, na Suécia, descobriram ainda no ano passado que quanto mais alto e ruído do tráfego as pessoas eram expostas, maior era a circunferência de suas cinturas. As informações são do Daily Mail.


No último mês a descoberta dos pesquisadores da universidade foi ainda mias dramática em relação ao barulho emitido por aviões. Após acompanhar a vida de 5 mil pessoas por 10 anos, relataram que as cinturas aos mais expostos ao ruído das aeronaves aumentaram, em média, 6 centímetros. Pesquisadores do Imperial College de Londres descobriram que altos níveis de exposição ao ruído ainda pode elevar em 20% o risco de hospitalização por doenças cardíacas.



Os efeitos da poluição sonora são ainda sentidos por bebês no útero. Em outros estudos apresentados na conferência da semana passada, pesquisadores da Universidade de Utrecht, na Holanda, examinaram dados de mais de 68 mil nascimentos e descobriram que, para cada aumento de seis decibéis do ruído do tráfego, houve uma queda de 15g a 23g no peso do bebê no nascimento. O baixo peso ao nascer está associado a uma série de problemas de saúde a longo prazo, como pressão arterial alta, diabetes e doenças cardíacas.
Uma análise aprofundada da pesquisa publicada na Lancet em outubro de 2013 mostrou que o barulho também pode perturbar o sono e aumentar o risco de hipertensão e doenças cardiovasculares. Nos alunos, afeta o desempenho acadêmico. "Estamos reunindo mais evidências de que o ruído no ambiente pode ter um efeito direto sobre a saúde", disse Adrian Davis, um dos autores da pesquisa.


O mais intrigante, porém, é que a poluição sonora pode afetar o individuo mesmo sem ele conscientemente ouvi-la. À noite, o tráfego pesado é uma das principais causas de insônia, com todas as repercussões ruins, tais como depressão, ganho de peso, aumento dos níveis de açúcar no sangue e sonolência diurna. E, para isso, a pessoa não precisa acordar. Quando os pesquisadores do Imperial College, monitoraram voluntários dormindo, registraram aumento da pressão até mesmo em resposta de ruídos baixos, que não despertaram o individuo.
fonte: http://saude.terra.com.br







Autismo pode ter relação com bactéria do intestino e fezes


Novo estudo mostra relação entre micro-organismo do intestino e a doença

Uma  nova pesquisa traz mais evidências para a relação entre bactérias intestinais e autismo, segundo o Huffington Post.

Um estudo da Arizona State University, nos Estados Unidos, descobriu que os micro-organismos do órgão podem ser diferentes em crianças com autismo e sem. 

Mais especificamente, os cientistas descobriram que as concentrações fecais de alguns metabólitos - que são substâncias químicas produzidas pelas bactérias - não são as mesmas em crianças autistas e não autistas. 
Os pesquisadores examinaram 56 metabólitos diferentes nas fezes das crianças e identificaram sete com concentrações diferentes.

"A maioria deles pode ter um papel no cérebro, funcionando como neurotransmissores ou controlando as sínteses", diz o pesquisador Dae-Wook Kang. "Nós suspeitamos que os micróbios intestinais podem alterar os níveis de metabólitos relacionados a neurotransmições, afetando a comunicação entre o cérebro e o intestino e/ou alterando as funções cerebrais."


O estudo analisou 21 crianças sem autismo e 23 crianças autistas.
fonte: http://saude.terra.com.br


Médicos alertam: sono diminuiu 2 horas em relação há 60 anos

 Problema de falta de descanso causa sérios prejuízos aos jovens

 Problema de falta de descanso causa sérios prejuízos aos jovens

 

Pesquisa relaciona falta de sono e muita exposição à luz de aparelhos eletrônicos a doenças como obesidade e câncer

A vida moderna tem deixado as pessoas muito arrogantes em relação à necessidade do sono, alertam os especialistas. Segundo um estudo feito entre as universidades de Oxford, Cambridge, Harvard, Manchester e Surrey, as pessoas dormem cerca de duas horas a menos atualmente do que há 60 anos. As informações são do site inglês Daily Mail.

A demanda de uma sociedade ligada 24 horas tem feito as pessoas exigirem muito de si mesmas e "ignorarem o relógio", o que traz sérios riscos para a saúde como câncer, doenças cardíacas, diabetes tipo 2, obesidade e principalmente distúrbios no funcionamento do metabolismo. Um outro estudo publicado no Journal of the Royal Society Interface sugere que os danos no cérebro por ficar horas demais acordado se comparam aos prejuízos do mal de Alzheimer. Com este resultado, o objetivo da pesquisa é fazer com que os governos tratem o assunto como problema de saúde pública.



Segundo os estudiosos, o livre acesso às tecnologias, especialmente tablets e smartphones, coloca as pessoas a viverem "contra o relógio biológico", o que cria buracos de sono durante a noite. "Somos a espécie mais arrogante que existe. Achamos que podemos abandonar uma evolução de quatro bilhões de anos e ignorar o fato que evoluímos sob um ciclo de dia e noite", explica o professor de Oxford Russell Foster. E, completa: "longos períodos trabalhando contra o relógio pode causar sérios problemas de saúde, especialmente entre os adolescentes".

Os especialistas explicam que o corpo funciona de acordo com um ritmo circadiano no qual as funções vitais são sincronizadas com a rotação da Terra de maneira que os olhos percebam a luz e o escuro e a pele se adapte às mudanças de temperatura.

"A luz é o sincronizador mais poderoso do relógio biológico", explica Charles Czeisler, professor de Harvard. Por isso, ele explica que os tablets e smartphones têm uma sobrecarga de luz azul que faz grandes estragos no andamento do relógio biológico. "A exposição à esta luz azul vai adiar o ritmo circadiano, fazer com que demore a dormir e tenha muitas dificuldades de acordar na manhã seguinte".

Veja hábitos que podem melhorar a noite de sono: 1) mantenha o quarto escuro 2) deite confortavelmente para evitar dores 3) deixe a cama na temperatura ideal 4) não exagere nos cochilos durante o dia 5) coma alimentos leves à noite 6) pratique exercícios físicos 7) mantenha o quarto limpo 8) mantenha uma rotina
Fonte: TERRA
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Estudo conclui que fumar maconha pode deformar o cérebro 


maconha, cérebro, deformar, concluiSegundo estudo realizado por especialistas da Harvard Medical School e da Northwestern University, de Chicago, fumar maconha ocasionalmente também pode causar danos ao cérebro. Esse é o primeiro experimento que estuda o efeito com usuários que fumam maconha ocasionalmente. Os especialistas analisaram a ressonância magnética de 20 jovens usuários de maconha, com idades entre 18 e 25 anos e depois compararam os resultados com outra análise, agora com cérebros de pessoas que nunca fizeram uso da droga. As grandes diferenças foram encontrada em duas áreas: o núcleo accumbens e a amígdala, que estão associados à motivação, às emoções e ao vício. No cérebro dos que usam a maconha, o núcleo accumbens se mostrou muito maior, enquanto a amígdala se apresentava deformada. “Essas são estruturas fundamentais no cérebro”, disse Anne Blood, da universidade de Harvard. “Elas formam a base de como as pessoas avaliam aspectos positivos e negativos sobre as coisas no ambiente e tomam decisões sobre elas.” - completou. 
fonte: http://www.opolemico.com.br
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Pessoas propensas à obesidade engordam o dobro com fritura
Pesquisa de Harvard mostra que pessoas com genes propensos à obesidade ganham duas vezes mais peso ao comer gordura
A maioria das pessoas se sente culpada ao consumir comida gordurosa, mas segundo uma nova pesquisa, algumas devem ficar ainda mais preocupadas que outras diante de tanta fritura. Isso tudo por causa da genética. Especialistas da Universidade de Harvard concluiram que pessoas com os genes que determinam a maior propensão à obesidade têm o dobro de chance de ganhar peso ao comer fritura.


Segundo o site inglês Daily Mail, o estudo é inédito já que é a primeira vez que especialistas conseguem definir uma relação entre genética, tipos de alimentos e ganho de peso. Eles analisaram mais de 37 mil homens e mulheres norte-americanos que responderam questionários sobre os hábitos alimentares e foram compararam ao Índice de Massa Corporal (IMC). Os especialistas concluíram que as pessoas que tinham maior predisposição genética à obesidade ganharam o dobro de peso ao comerem a mesma quantidade de fritura entre três e quatro vezes na semana do que os donos de genes menos propensos ao excesso de peso. "Pela primeira vez, os resultados mostram que indivíduos com grande predisposição genética à obesidade podem ser mais suscetíveis ao consumo exagerado de algum tipo de comida, como as frituras, por exemplo. Além disso, o consumo excessivo de gordura pode fazer também com que esta predisposição aumente ainda mais", explica Lu Qi, professor da Harvard School os Public Health, responsável pela pesquisa.

"O estudo prova que há uma interação grande entre genética e o ambiente em que vivemos para o aumento da obesidade", afirmam as professoras do Imperial College London, Alexandra Blakemore e Jessica Buxton.
fonte: http://saude.terra.com.br



Detox: Carol Magalhães posta receita de suco rosa nutritivo

Assim como o suco verde, o suco rosa é uma opção detox e nutritiva que virou febre entre as famosas




Conhecida pelo corpo sequinho e a barriga negativa, Carol Magalhães costuma dar dicas de exercícios e alimentação saudável nas redes sociais. Nesta quinta-feira (13), a ex-modelo e empresária postou a receita de um suco rosa no Instagram. "Pink Juice ! 1 copo de água de coco , 1 pitaya roxa , meia beterraba, 1 talo de salsão , 1 pedaço de gengibre a gosto e meio limão espremido . #deliciasaudavel #dicacarolmagalhaes #bomdia", escreveu ela na legenda da foto.

Carol é conhecida pela barriga negativa Foto: @carolmagalhaes1/Instagram / Reprodução
Carol é conhecida pela barriga negativa
Foto: @carolmagalhaes1/Instagram / Reprodução

Assim como o suco verde, o suco rosa é uma opção detox e nutritiva que virou febre entre as famosas.

fonte: http://saude.terra.com.br


Fumantes são mais preguiçosos e têm menos motivação, diz estudos


Uma pesquisa feita pela Universidade Estadual de Londrina descobriu que fumantes são mais preguiçosos, menos ativos fisicamente e sofrem com falta de motivação. Além disso, têm mais probabilidade de terem ansiedade e depressão. As informações são do Daily Mail.

Os cientistas analisaram 60 fumantes e 50 não-fumantes durante 12 horas por dia, no período de seis dias. Os voluntários usaram um pedômetro no período estipulado. Os fumantes mostraram perda da função pulmonar e consequentemente mais dificuldade para exercer atividades físicas. O grupo também se declarou mais cansado e admitiu não ter motivação para mudar o estilo de vida. Pesquisas anteriores sugeriram que os fumantes dormem menos horas e que o sono é menos repousante do que o dos não-fumantes.

Cientistas da Charité de Berlim Medical School, na Alemanha, levantaram que 17% dos fumantes dormem menos de seis horas por noite, enquanto 28% sofrem de perturbações no sono. Já dos entrevistados não adeptos do fumo, apenas 7% dormem menos de seis horas por noite e 19% têm sono perturbado. 
fonte: http://saude.terra.com.br/